
A obra “Diva”, de José de Alencar, passa-se no século XIX, e faz parte do estilo Romântico. É uma grande análise psicologia, e conta os encontros e desencontros duma peculiar história de amor.
A protagonista da história, Emília, é uma jovem mimada, filha de um rico capitalista do Rio de Janeiro. Mila, como os íntimos a costumavam chamar, era uma mulher diferente. Fugia dos costumes da sociedade da época. E por isso é projetada com uma áurea superior, acima das outras mulheres. Além de sua especial desenvoltura nos bailes, Mila possuía um espírito de romper as barreiras, e um pudor único, o qual age com incrível inocência e voracidade.
Diferentemente de Lucíola, o livro Diva possui um narrador personagem. No caso, o Dr. Augusto Amaral, que forma par romântico com Emília, conta todas as suas aventuras romanescas com a protagonista, para Paulo, um dos personagens de Lucíola.
Juntamente com Lucíola e Senhora, forma uma trilogia de Romances urbanos tratando de perfis femininos.
"Amanhã pode acontecer tudoInclusive nadaSe avexe não
A lagarta rasteja até o diaEm que cria asasSe avexe nãoQue a burrinha da felicidadeNunca se atrasaSe avexe nãoAmanhã ela pára na portaDa sua casaSe avexe nãoToda caminhada começaNo primeiro passoA natureza não tem pressaSegue seu compassoInexorávelmente chega láSe avexe nãoObserve quem vai subindo a ladeiraSeja princesa ou seja lavandeiraPra ir mais alto vai ter que suar"Acioli NetoEstão chegando as Festas Juninas, e com elas a calorosa recepção do público, festas de largo, manifestações familiares, farras, cachaçadas, etc... Tudo isso, associado à excessiva repetição das músicas de forró, compõem
a "Tradição Junina". Mas, um movimento começa a preocupar os mais "vividos" e os admiradores de um bom forró nordestino. Pois, o forró pé-de-serra começa a ser trocado pelo forró eletrônico, um ritmo mais "brega", rápido e que utiliza instrumentos eletrônicos, além de desastrosamente não ter letra significativa, e o pior, chegando na maioria dos casos a serem obscenas. Realmente, é muito vendável, mas fútil e descartável, comprova-se pelos grandes detentores do sucesso deste estilo atual, como por exemplo: Aviões do Forró, Cavaleiros do Forró, Saia Rodada e semelhantes.Esta bela canção do repertório de Flávio José, é um simples, enfático e pontual exemplo de que Forró pode nos inserir algo interessante, a bela metáfora da "lagarta" filosofa e toca na nossa força de vontade e perseverança, "Calma, tudo tem sua hora" é o ditado que foi destrinchado para compor a música. Deixando também o singelo lembrete de que é preciso se esforçar para atingir os objetivos.
Além de perder espaço para vertentes menos felizes do próprio estilo, na sua sublimação anual, as próprias Festas Juninas, começam a não ser essenciais em algumas localidades. Saindo assim da "Tradição", ritmos como pagode, pop, axé e tantos outros, começam a dividir espaço catogoricamente com o Forró. Todavia, o que por um lado pode ser visto como evolutivo ou democrático, por outro é visto como o rompimento das raízes culturais.Baixe a música:
O coração é o único órgão que não deixa de funcionar 24h por dia.
A insônia consiste em dormir ao contrário.
A arquitetura gótica se notabilizou por fazer edifícios verticais.
Por enquanto a decisão está indecisa;
Hitler, apesar de tudo, era um grande extrativista
Todos os seres humanos (menos algumas exceções) habitam esse pequeno e frágil globo chamado planeta terra;
os desmatamentos de animais precisam acabar
o problema ainda é maior se tratando da camada Diozoni
no paiz enque vivemos, os problemas cerrevelam

a natureza foi discuberta pelos homens a 500 anos atrás
não preserve apenas o meio ambiente, mas sim todo ele
vamos deixar de sermos egoístas e pensarmos um pouco mais em nós
Lavoisier foi guilhotinado por ter inventado o oxigênio.
Os egípcios antigos desenvolveram a arte funerária para que os mortos pudessem viver melhor.
O petróleo apareceu há muitos séculos, numa época em que os peixes se afogavam dentro d’água.
As aves têm na boca um dente chamado bico.
A televisão é um meio de comunicação, audição e porque não dizer, de locomoção.
Tivemos uma longa conversa de cinco minutos...
O macaco é descendente do homem.
Os aminoácidos foram os primeiros habitantes da terra...
Sonhamos com um mundo melhor, visto que o dinossauro cedeu lugar ao cachorro, gato...
Como diz o ditado: é duro agradar a pobres e troianos.
O homem progrediu as custas de outros, como Frankstein, que deu vida a
uma criatura, adquiriu a evolução mas não teve bom êxito com o monstro criado. Já que este monstro não tinha noção da sua força e deformação.
Sobrevivência de um aborto vivo (título).
O bem star dos abtantes endependente de roça, religião, sexo e vegetarianos, está preocudan-do-nos.
Em Esparta as crianças que nasciam mortas eram sacrificadas.
S/C-Sem Comentários.

É como dizem... Ai ai, se ela deixa-se uma contribuição como a do pai... Né Wanessa Camargo, SNZ, Luisa Possi e companhia limitada?
"Quando à tarde no trabalhoQuero que o tempo passeOs ponteiros do relógioSó me dão o tique-taqueQuando eu encontro os amigosPara tomar um café
A rapidez que não tinhaSem disfarçarParece brincadeirinhaPega-pegaQuando paro que olho as horasPara o tempo que me olhaE espero ansiosaVou comendo a casaPaçoca, suspiro, cocada, jujubaQuindim, bombom, churros, bombaE vejo o tempo pararPararO tempo pirraça"Vanessa da MataA velocidade do tempo, a excentricidade do seu passar e os conflitos internos dos seus observadores, sem mencionar as leis físicas que atuam sobre ele, comprovam o tempo como insconstante e impalpável. Vanessa da Mata com seus característicos exemplos e sua pontuação impecável, transmite de forma leve e simples essa visão ao expectador. O cotidiano, tratado através dessa singular composição e transmitido com essa voz doce, firme e poderosa, torna-se claro e compreencível, logo utópico. O talento de Vanessa é um convite para ouvir seu afirmativo "SIM", o novo CD, ouça e entenda o motivo de tanta euforia por parte do colunista.Baixe o CD: