

Um espaço para divulgação de Cultura em geral. Não só cultura, nem tudo é cultura, coisas interessantes, apaixonantes, instrutivas, etc... Resumindo, um local que vai sintetizar tudo o que se precisa para não ser... patético, previsível, desaculturado, acéfalo, enfim, um blog jovem, legal, atuante, positivo, inteligente, e que vai mostrar que é possivel ser vibrante sem ser superficial!
A Noite vem poisando devagar
Sobre a Terra, que inunda de amargura...
E nem sequer a benção do luar
A quis tornar divinamente pura...
O amor, cientificamente analisado, encontra-se na razão direta do condicionamento recebido, quimicamente catexizado e desdobrado em atitudes compensatórias e mesmo sublimativas.
Não é difícil entender o amor químio-reativo. Quem já teve um bichinho de estimação, entende com maior facilidade. Seus cuidados e alimentação, retornam em afeto pelo animal. Em sua falta, canalizando estes elementos para outro animalzi
nho, o processo afetivo de retorno volta a se repetir. Com os seres não é diferente. Seus cuidados com seu semelhante, desperta atitudes quimicamente condicionadas.
Os códigos químicos de amor e ódio, têm origem em sua infância. Àqueles que mais recebem estes elementos, obviamente, maiores reservas acumulam. Os filhos mais amados, terão maior suporte a oferecer também o amor. Contudo, o amor ilimitado pelos pais, promove uma maior performance dos quimioreceptores que conduzam à área de leitura do prazer, tornando-os menos resistentes às emoções desfavoráveis. Todavia, maiores serão à assimilação desse conjunto. O egocentrismo gerado, poderá dificultar a este ser, dividir o amor recebido. O amor condicionado, assume desdobramentos transferenciais. Desloca-se de uma pessoa para outra.
O amor compensatório, pode, facilmente, ser identificado pelo dito popular "dou-lhe o pão em troca de um beijo". Tantos pães serão ofertados, que em algum momento, sem antes que se lhe ofertemos, o beijo será antecipado, pela simples lembrança do pão. E com o decorrer do tempo, pão e beijo deixarão de ser associados. Permanecendo, tão somente, os hábitos criados. Tanto a oferta do pão quanto o beijo, ocorrerão natural e espontaneamente. Dificultando, ao observador mais atento, a identificação da origem condicionada. O desdobramento do amor condicionado pela transferência, assume o caráter de um amor compensatório. Este, pode ganhar expansão em objetos e animais, como extensão da origem direta. (Papai ou mamãe identificavam-se com algo e eu passo também a gostar).
Quando o amor condicionado passa a gerar mitos e artes, perde o status transferencial direto, reservando-se a um plano resgatável, não dispersivo. Mas, isto sim, canalizador, ao qual atribuímos um caráter de sublimativo. A sublimação não deixa de ser compensatória, como esta, também não deixa de ter uma origem condicionada.
Para aprofundarmo-nos em uma perspectiva química do amor, necessitamos primeiramente entender alguns aspectos da eletroquímica humana. Como por exemplo, que um mesmo potencial energético, em nossa neurofisiologia, pode, ora contar com um aspecto elétrico e em momento seguinte, químico. Mister é o esclarecimento do som como resultante da leitura fisiológica humana de ondas. Não existindo o som propriamente dito. O que percebemos, são ondas, que, em nossa neurofisiologia, é traduzido como o som que conhecemos. Não menos necessário, é sabermos serem os seres e objetos dotados de energia.
Resta-nos ainda saber que os seres, através da leitura ótica, auditiva, olfativa e gustativa, sintetizam, quimicamente, códigos em seu interior, com valor potencial de equivalência reativa-experiencial, correspondente ao primeiro contato com cada elemento constitutivo dos meios de sua criação.
O cheiro de alguém por exemplo, quando o sentimos, são em realidade, partículas volatizadas, suspensas no ar e por nós, através de quimiorreceptores, interiorizadas e decodificadas, passando-se a identificar, por equivalência química, o elemento de origem.
Tudo quanto vemos, cheiramos, ouvimos e provamos, fazem com que se gere em nossa estrutura cerebral, códigos químicos, com valores potenciais determinados e relativa inferência intrapsíquica. Dessa forma, mantemos codificadamente em nosso interior, sons, imagens e gostos de tudo quanto exista externamente. Frente a valores equivalentes, os e identificamos e aos correspondentes, reagimos.
O amor, pode ser entendido cientificamente, como o resultado de perspectivas geradas e com o tempo correspondidas, em equivalência química, a partir de códigos também químicos resultantes de agradáveis experiências pessoais vividas na infância. Sob tais bases e banco de códigos de retenção das informações e estímulos acumulados ao longo de toda uma vida, apóia-se a busca do elemento decodificador correspondente ou, do amor.
No cérebro humano, armazenam-se códigos químicos capazes de determinar uniões ideais. Trata-se de valores interiorizados que reagem positivamente a determinados estímulos de equivalência. E contrariamente, na carência ou excesso, dos potenciais que formam o lastro químico de suas experiências.
No cérebro humano atuam 100 bilhões de células nervosas. Suas interconexões chegam a marca de cem trilhões de circuitos. Atualmente, identificamos 11 grandes redes sinápticas que compreendem 46 estágios psicomaturacionais evolutivos. Ainda que tenhamos centros nervosos para cada tipo de atividade, e receptores não menos específicos. Todos, entre si, atuam reciprocamente, na menor exigência que envolva o nosso ser. Mesmo que ao sistema límbico concentrem os estímulos concernentes ao humor e as emoções, há uma comunicação deste, por exemplo, com o hipotálamo, responsável pelo controle da temperatura. Uma emoção muito forte, via nervo simpático, pode atingir o Sistema Nervoso Autônomo, atuando por desdobramentos em outras áreas e regiões do organismo.
Ao desdobramento da neuro-química emocional, ao refratar-se a outros setores da estrutura animal, denominamos psicossomatologia. Existindo de fato. Pois envolvem processos químicos dispersivos. Um quantum de energia químio-emocional, fragmentado neurofisiologicamente a outros órgãos, é melhor assimilado do que sem essa válvula somática de dispersão do foco.
Ao amor, enquanto reação química em cadeia social-individual, pode conduzir os destinos da Humanidade.
Mário Carabajal

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São realmente incompreensíveis a infantilidade e as tentativas imorais, humilhantes e agressivas de profissionais aparentemente estabilizados e experientes, para tentar reprimir o caráter, a moral e a personalidade de alunos julgados por si, infantis e insignificantes. 
1. Por que, nas propagandas, os relógios sempre marcam a hora 10h10?
R: O costume foi adotado por causa da agradável simetria gerada pelos ponteiros. Além disso, surgiu em sua discussão o fato de os ponteiros em 10h10 formarem um sorriso no relógio ? ao passo que a marcação também simétrica de 8h20 mostraria uma boca triste. Finalmente, são muitas as marcas que trazem o logotipo logo acima do ponto central do relógio ? neste caso, os ponteiros em 10h10 emolduram a marca, gerando um movimento natural dos olhos das pessoas para ela.
2. Se o coelho não bota ovos, por que ele é o símbolo da Páscoa?
R: Segundo a lenda, uma mulher teria pintado e escondido alguns ovos para que os filhos procurassem num domingo de Páscoa. Quando as crianças descobriram o ninho, um coelho passou correndo por elas. Os meninos imaginaram que o animal trouxera o presente. No antigo Egito, o coelho era o símbolo da fertilidade. Mas por que presentear com ovos? O ovo significa renascimento e ressurreição. Simão, o cireneu que ajudou Cristo a carregar a cruz até o Calvário, era vendedor de ovos. Depois da crucificação os ovos teriam ficado coloridos.
3. Por que o toureiro balança uma bandeira vermelha para o touro?
R: A bandeira tem o nome de “muleta”. Ela serve para incitar o touro ao ataque e para guiar sua direção. A cor vermelha é só uma tradição, porque os touros não distinguem as cores.
4. O álcool congelado pega fogo?
R: Se comparado à água, o álcool congela a uma baixa temperatura: - 5º C. Exposta a uma chama, essa substância primeiro passa para o estado líquido e posteriormente pega fogo. A mudança de estado físico pode ser muito rápida e praticamente imperceptível ao observador.
5. O sol queima mais a pele no litoral ou na montanha?
R: Na montanha, a incidência solar é maior pelo fato de o ar ser mais rarefeito. Além disso, muitas vezes o litoral tem o sol mais suave por conta da umidade alta (quanto mais úmida a região, mais fresca será).
6. Por que a água quente ajuda a soltar a gordura de objetos?
R: A gordura, como qualquer material sólido, se funde quando aquecida. Em contato com a água quente, ela torna-se líquida e passa a flutuar em pequenas camadas. Para remover a gordura de vez, é necessário acrescentar detergente, pois a água sozinha não é capaz de acabar com ela. O sabão tem a função de penetrar nestas placas de gordura e dissolvê-las.
7. Por que os navios não afundam mesmo sendo tão pesados?
R: Os navios não afundam por causa do empuxo, uma força que a água faz, empurrando-os em direção à superfície. Conforme constatou o físico e matemático Arquimedes, ?todo corpo mergulhado em um líquido recebe por parte deste a aplicação de uma força de baixo para cima?. Esta força faz um objeto boiar sempre que o peso da água por ele deslocada for maior do que o peso de tal objeto.
8. Como as pessoas que nascem no dia 29 de fevereiro comemoram aniversário?
R: Muitos acreditam que as pessoas que nascem no dia 29 de fevereiro “só fazem aniversário a cada 4 anos”, mas isso não é verdade. As pessoas comemoram o primeiro aniversário adicionando 365 dias à data de nascimento. Assim, quem nasceu no dia 29 de fevereiro de 1996 comemorou seu primeiro aniversário 365 dias depois que nasceu, ou seja, no dia 28 de fevereiro de 1997. O mesmo ocorreu em 1998 e em 1999 mas, a partir dai, novamente faz-se como as outras pessoas, ou seja, adiciona-se 366 dias, pois o ano seguinte será bissexto. O resultado será uma festa de aniversário de 4 anos no dia 29 de fevereiro de 2000.
9. Por que agosto é chamado de mês do cachorro louco?
R: As cadelas entram no cio duas vezes por ano. Nessas ocasiões, os machos ficam enlouquecidos e disputam a atenção das fêmeas. A briga entre eles favorece a disseminação da raiva, uma doença infecciosa transmitida pela saliva do animal. Os bichos contaminados babam bastante, o que lhes dá um aspecto de malucos. Por isso, a expressão cachorro louco. O mês de agosto entra na história porque, apesar de não haver comprovação científica, acredita-se que este seja um dos períodos férteis das cadelas.
10. Como o vento se movimenta?
R: Quando o Sol aquece a Terra, nem todas as regiões são aquecidas de forma igual. Algumas partes do planeta ficam mais quentes, e outras partes, mais frias. O ar das regiões mais quentes se expande e se eleva. Quando isso acontece, o ar dos lugares mais frios toma esse espaço, fazendo com que o ar se movimente, criando o vento.
Fonte: O Guia dos Curiosos
O Menestrel

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